A cultura de se antecipar preventivamente ao futuro e a possíveis imprevistos financeiros que possam surgir, com uma proteção financeira familiar, infelizmente ainda não é um hábito entre a maior parcela da população brasileira. E isso reflete e pode ser identificado nos problemas financeiros enfrentados por muitos idosos ou até mesmo por famílias inteiras que se veem financeiramente limitadas ou sem sua principal fonte de renda, após a perda repentina de algum familiar, até então responsável pela maior parte dessa renda.

É interessante observar que a proteção financeira familiar realmente trata-se de um hábito cultural, como pôde ser observado em pesquisas realizadas pela Universidade de Oxford, em 2017, que identificou que 32% da população mundial tinha algum tipo de seguro de vida, enquanto no Brasil esse índice era de apenas 19%. Outros dados registrados também identificam a falta de estratégias para uma proteção financeira familiar, tais como:

-57% dos aposentados e 65% dos brasileiros em idade ativa vivem sem qualquer reserva financeira;

-62% dos brasileiros não guardam dinheiro;

-58% admitem que nunca, ou somente às vezes, dedicam tempo às atividades de controle financeiro;

-80% dos brasileiros não se planejam para a aposentadoria.

Mas, se vivemos em um país culturalmente avesso à proteção financeira familiar, o que e como fazer para sair dessa bolha e investir o dinheiro em estratégias de reserva financeira para proteção de toda a família?

Confira a seguir a importância de criar uma cultura de planejamento financeiro a longo prazo e como a proteção financeira familiar pode ser necessária no seu dia a dia!

Pense e responda de forma objetiva! Se um acidente impedisse você ou seu cônjuge de continuar trabalhando, como vocês sustentariam sua família a médio e longo prazo, de modo a manter a mesma qualidade de vida que estão habituados atualmente? E se a pessoa responsável pelo sustento da casa vier a falecer, já se questionou como suprir a renda gerada por ela?

Muitas famílias já viram seu padrão de vida decair após uma situação de imprevisto, seja por acidente, morte, doença ou perda do emprego. Falar sobre a possível perda de uma pessoa importante do núcleo familiar, naturalmente não é o tema preferido a ser debatido, mas é preciso. Afinal, negligenciar uma prevenção, pode resultar em um despreparo diante de uma situação que poderia ser menos impactante financeiramente, se pudesse contar com uma reserva.

Mudar o hábito cultural de um país com certeza é um processo bem mais demorado. Porém, se na sua casa ou na sua família, começarem a reorganizar as finanças pessoais de todos, montando um planejamento estratégico de longo prazo, acredite, estarão melhor preparados para superar possíveis adversidade financeiras. E é neste momento que entram as estratégias de proteção financeira familiar. Veja abaixo!

Desenvolva uma cultura de planejamento familiar

A falta de planejamento financeiro nos lares também leva ao endividamento, conforme uma pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que aponta que 65,6% das famílias brasileiras estão endividadas, em um índice considerado o mais alto da série histórica desde 2010. Certamente é mais fácil aderir a uma cultura de planejamento para proteção financeira familiar, do que precisar renegociar dívidas, não é mesmo? Veja como é fácil e inicie o seu planejamento hoje mesmo!

  • Debata as finanças em família: O hábito de conversar sobre as finanças do lar, principalmente com as crianças, é fundamental para que todos possam contribuir com o orçamento doméstico.
  • Faça uma lista com todas as despesas e ganhos: Todas as despesas e receitas precisam ser registradas em uma planilha, para você ter uma noção da quantidade total de gastos e de receitas e saber quanto dinheiro sobra (ou não) durante cada mês. Somente assim você saberá se seu orçamento é viável ou se é preciso excluir algumas despesas do seu consumo mensal.
  • Revise frequentemente sua planilha: Ao longo do mês é preciso revisar seus gastos para ver se seu planejamento está fluindo e, caso contrário, fazer os ajustes necessários.
  • Crie metas familiares: Apresente as despesas para toda a sua família e crie metas de despesas, com o motivo das economias a serem feitas, como uma viagem, por exemplo, para que todos sintam-se motivados a contribuir. Mostre como cada um pode contribuir.

Principais riscos ao ignorar a proteção financeira familiar

Algumas situações são recorrentes quando não se planeja uma proteção financeira familiar. O impacto na educação dos filhos, que pode ficar com a qualidade de aprendizado ou de sua formação comprometidas ao ter que mudar de escola devido ao valor da mensalidade. A falta de reservas para uma possível emergência é outro ponto que pode colocar os recursos e o patrimônio da família em risco, diante de emergências como doenças graves ou outros incidentes que necessitem de uma alta quantia financeira.

Comece já sua proteção financeira familiar!

Como? O primeiro passo é registrar TODAS as suas receitas e despesas em uma planilha mensal/anual de orçamento para, assim, visualizar o todo e identificar os custos que podem ser reduzidos e separar parte de seus rendimentos para contratar um seguro de vida e/ou um plano de previdência privada.

Divida suas despesas em “imprescindíveis”, “úteis” e “dispensáveis”. As despesas dispensáveis devem ser suspensas ou renegociadas por um tempo. Desta forma, você pode redirecionar esta verba para investimentos em proteção financeira familiar, sem ter gastos extras no seu orçamento atual.

Como investir na proteção financeira familiar

O seguro de vida ainda é a forma mais simples e eficiente de proteger financeiramente seus familiares e também a si mesmo. Hoje, um seguro pode ir muito além do pagamento aos beneficiários em caso de falecimento do segurado. Muitos seguros oferecem indenização ao próprio segurado em caso de doenças graves, ressarcimento de despesas com diárias hospitalares e até cobertura temporária em caso de desemprego. As coberturas mais comuns de um seguro de vida são:

  • Morte natural ou por acidente;
  • Invalidez total ou parcial por acidente ou por doença;
  • Despesas médicas, hospitalares e odontológicas;
  • Diárias de Incapacidade Temporária (DIT);
  • Diárias por Internação Hospitalar (DIH);
  • Doenças Graves (DG);
  • Cobertura de despesas com funeral;
  • Possibilidade de resgate antecipado do capital (seguro de vida resgatável, a versão mais próxima dos investimentos tradicionais).

Porque um seguro de vida é a melhor sugestão?

Um seguro de vida representa uma proteção financeira familiar completa, com diversos benefícios que outros investimentos não cobrem, confira os principais deles:

  • Não entra no inventário (o valor é liberado em até 30 dias após a entrega dos documentos comprobatórios à seguradora);
  • Não há taxação do ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos, tributo que chega a 4% do valor da herança e é cobrado nos processos de inventário);
  • Por não ser considerado herança, não está sujeito ao pagamento de eventuais dívidas deixadas pelo segurado;
  • Permite a troca dos beneficiários quantas vezes for de interesse do contratante;
  • É um dos poucos produtos financeiros do mercado isento de Imposto de Renda;
  • Caráter híbrido, por ser proteção social e investimento (em sua versão resgatável).

Investimento

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, um seguro de vida não exige um investimento tão alto. Um seguro de vida familiar, por exemplo, pode ser contratado por menos de R$ 300,00 mensais.

Outras opções para proteger o patrimônio

Criar um plano de proteção financeira familiar é fundamental para quem busca oferecer maior segurança à família. Além do seguro, existem outras maneiras de proteção do patrimônio, confira algumas alternativas:

  • Investimentos: Existem diferentes tipos de investimentos, com índices de rentabilidade diversos, para gerar mais renda, especialmente em longo prazo;
  • Blindagem patrimonial: Nessa solução, o patrimônio fica sob responsabilidade de uma estrutura jurídica para evitar que os bens do sócio sejam envolvidos em disputas judiciais em caso de falência da empresa.

Ou seja, independente da sua escolha para proporcionar uma proteção financeira familiar, o importante é fazer um bom planejamento e investir em soluções adequadas para dar o suporte necessário e garantir a saúde e o bem-estar de sua família, diante de uma situação de emergência ou imprevisto.

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