Executivo na mesa de trabalho olha para tela do laptop com ar de preocupação

A importância do Gerenciamento de Riscos

Em geral, a maioria das pessoas ainda vê o seguro de vida como um produto contratado para ser usufruído diante de situações que envolvem a morte do segurado. Mas não é bem assim! Vamos explicar o porquê. Hoje, existe uma infinidade de planos de seguro de vida possíveis para serem usufruídos em vida pelo segurado, diante de diversas situações de risco, como no caso da necessidade de tratamento de alguma doença grave, perda de renda repentina, entre outros. Essas possibilidades endossam o propósito do seguro de vida, que também prevê oferecer essa proteção financeira em vida, seja pessoal, familiar ou empresarial, em um importante gerenciamento de riscos.

Dados de uma pesquisa realizada pela Prudential do Brasil em parceria com o Ibope, e divulgada em 2019, apontou que 15% dos brasileiros possuem seguro de vida. Enquanto isso, em países mais desenvolvidos, como nos Estados Unidos, onde este mercado já é bastante consolidado, o percentual chega a cerca de 60%, conforme dados da Limra. E no Japão, a porcentagem é ainda maior, e mais de 90% das famílias contam com a proteção de um seguro de vida para seu planejamento financeiro de longo prazo.

Este cenário sinaliza que há um expressivo potencial de crescimento para o mercado de seguro de vida no Brasil. Especialmente diante da situação econômica instável provocada pelo agravamento da pandemia, no qual tantas empresas tiveram que reduzir custos e fechar suas portas ou demitir funcionários. Muitas pessoas passaram por dificuldades financeiras e até mesmo médicas, com complicações provocadas pela covid 19, que exigem longos e caros tratamentos médicos. Se, assim como elas, mais pessoas souberem que um seguro de vida pode auxiliá-las justamente em situações como estas, de total imprevisto, você não acha que poder contar com uma garantia, seria o ideal?

Diante de tantas incertezas em relação a quando, de fato, tudo voltará ao normal e se voltará, como será este chamado “novo normal”, como recuperar a renda diante de tantas perdas? Ao oferecer proteção financeira pessoal, familiar e até mesmo empresarial, o seguro de vida representa uma ferramenta importante de gerenciamento de riscos para todas as pessoas e seus negócios.

Situações de incertezas econômicas, como esta gerada pela pandemia do coronavírus, que se prolonga há praticamente um ano, acabam gerando maior interesse da população pela contratação de um seguro de vida. Segundo Patricia Freitas, vice-presidente de Parcerias Comerciais da seguradora Prudential do Brasil, esse estudo realizado pela instituição ainda em 2019, já apontava que 20% dos brasileiros tinham a intenção de contratar um seguro de vida. Segundo ela, aos poucos, a percepção de que o produto está relacionado apenas com o momento da morte está mudando e os brasileiros estão despertando para a cultura da educação financeira. “A ideia é que o seguro possa ser usado em vida quando necessário. Há coberturas específicas para imprevistos em vida, como renda hospitalar, doenças graves e invalidez, por exemplo”, declarou em entrevista ao Money Lab, em 2020.

A expectativa de crescimento deste segmento pode ser identificada no último levantamento feito pela CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras), que destaca que o faturamento do mercado brasileiro de seguros totalizou R$ 81 bilhões no primeiro quadrimestre deste ano, revelando alta de 4,9% em comparação ao mesmo período do ano passado, mesmo em meio à crise do novo Coronavírus. No mesmo período, a Prudential do Brasil, que possui 24% de participação de mercado no segmento de Vida Individual, registrou crescimento de 16% no faturamento, alcançando R$ 1,1 bilhão em prêmios de seguro de vida individual e em grupo. “Ao mesmo tempo que a pandemia restringiu a renda de muitas pessoas e aumentou as incertezas, o seguro de vida ganhou destaque ao estimular a conscientização das pessoas a respeito da necessidade de se proteger financeiramente diante de cenários imprevistos”, afirma Patricia.

Uma ferramenta de planejamento financeiro

O seguro de vida e os investimentos são ferramentas complementares no planejamento financeiro. O seguro de vida funciona como um gerenciador de risco feito com base nas necessidades e perfil de cada cliente. Isso porque, quando a pessoa começa a investir e acumular dinheiro, não tem como controlar a data de um imprevisto. Como por exemplo, ficar um período prolongado em internação hospitalar, que te deixa ausente e sem renda, como estamos vendo na pandemia do novo Coronavírus.

Em casos como esse, o seguro de vida funciona como uma proteção da renda, que pode ser útil tanto para as pessoas com menor poder aquisitivo quanto para as que se encontram em melhor situação financeira, para que o patrimônio não seja deteriorado de forma tão drástica, pois ainda há liquidez no processo. O seguro de vida garante agilidade para cobrir todas as despesas previstas na apólice e o dinheiro fica disponível em poucos dias.

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Sucessão empresarial e herança

O seguro de vida também pode ser uma importante ferramenta para o planejamento financeiro em casos de sucessão empresarial. Os sócios podem, por exemplo, contratar o seguro de vida e se um deles vier a faltar, a indenização do seguro segue para os sócios remanescentes, que podem usar o dinheiro para comprar a parte que ficou em aberto na sociedade ou até mesmo contratar um novo CEO para gerir a empresa.

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Um outro uso pouco conhecido do seguro de vida é para o momento de transmissão de bens aos herdeiros, ou seja, a distribuição da herança. O Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) é de até 8% no Brasil. O total das despesas de inventário chega a 20% do patrimônio. Nos EUA, esses impostos podem chegar a 50%, ou até mais, em países como o Japão. Nesse sentido, ter uma apólice de seguro de vida traz a liquidez necessária para que o patrimônio construído não seja utilizado para o pagamento dos impostos de herança em um inventário. A indenização do seguro de vida pode ser usada para este fim e os beneficiários não precisam esperar a demora do processo para receber os valores.

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